Ao que Mattar concordou. “O tutor, pelo próprio termo, é uma figura pouco valorizada, que carrega um sentido pejorativo, ainda mais como eles são utilizados na maioria das instituições. Acho mesmo que, em algumas delas, existe o sonho de montar uma educação a distância que dispense não só o tutor, como a figura do próprio professor. É a utopia de algumas faculdades: jogar o conteúdo na rede e pronto! A partir dali, o aluno se vira sozinho. E elas economizariam com os salários”, condenou João Mattar, que defendeu a aplicação dos recursos dos games na educação.
“As pessoas falam de game educacional e os alunos gelam de medo, pois a maioria deles é mesmo chato. Mas,os estudantes que recebemos hoje, cada vez mais, jogam, dominam o flash… Então, por qual razão não utilizar alguns desses formatos no material de EAD? Por que não integrar o design dos games ao design instrucional? Dar mais graça à forma do conteúdo? Eu acredito nessa proposta!”, concluiu.
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